O Campeonato Brasileiro Feminino Série A1, conhecido como Brasileirão Feminino, é a principal divisão do sistema de ligas do futebol feminino no Brasil. A disputa reúne 18 clubes, com promoção e rebaixamento entre a Série A1 e a Série A2. Criada em 1997, a competição foi interrompida em 2001 e retomada de forma definitiva pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) em 2013.
Os dois finalistas do torneio nacional se classificam para a CONMEBOL Libertadores Feminina. A quantidade de vagas brasileiras considera a posição do país no ranking histórico da CONMEBOL. O São Paulo é o campeão nacional de 2026, temporada em que conquistou seu primeiro título.
Como a Série A1 está organizada?
A Série A1 tem 18 clubes e integra o sistema de divisões nacionais com a Série A2, que recebe equipes promovidas e cede clubes rebaixados. O formato mudou ao longo dos anos: em 2017, a CBF reduziu a primeira divisão de 20 para 16 times e criou a Série A2, também com 16 equipes. A competição voltou a ter 18 participantes, número informado para a Série A1.
Quem são os clubes e os campeões?
Desde o início do campeonato, em 2013, 50 clubes já participaram. O Corinthians soma sete títulos, conquistados em 2018, 2020, 2021, 2022, 2023, 2024 e 2025. Centro Olímpico também aparece entre os campeões, com uma conquista. Em 2026, o São Paulo venceu pela primeira vez.
Os clubes paulistas também têm presença entre os campeões da Libertadores Feminina. Audax e São José-SP conquistaram o torneio continental, mas não venceram o Campeonato Brasileiro; ambos chegaram à Libertadores após ganhar a extinta Copa do Brasil de Futebol Feminino. A obrigatoriedade de os clubes manterem equipes femininas não é detalhada nas informações disponíveis.
Como o campeonato chegou até aqui?
Um decreto-lei de 14 de abril de 1941 proibiu a prática do futebol por mulheres no Brasil. A proibição foi derrubada em 1979. Entre 1983 e 1989, o Radar venceu seis edições consecutivas da Taça Brasil de Futebol Feminino e se tornou o primeiro campeão nacional da modalidade.
O Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino foi disputado em 1997, 1998 e 1999/2000, e voltou a ser realizado em 2001. Depois de uma nova interrupção, a CBF retomou a competição em 2013, em parceria com a Caixa Econômica Federal. Naquela edição, participaram 20 equipes selecionadas pelo ranking da entidade para o futebol feminino.
Em 2007, a CBF criou a Copa do Brasil de Futebol Feminino. A competição foi cancelada em 2017, no período em que a entidade reorganizou as divisões nacionais e criou a Série A2.
Quem transmite a competição?
A Band adquiriu direitos de transmissão da CBF em 2019, e a ESPN Brasil passou a exibir o torneio em novembro de 2020. Em 2023, o Grupo Globo adquiriu os direitos, com a TV Globo transmitindo partidas a partir das quartas de final. Entre os canais e plataformas associados às transmissões estão SporTV, ge tv, TV Globo, TV Brasil, N Sports e CBF TV.
Entre 2021 e 2024, o campeonato usou o nome Brasileirão Feminino Neoenergia, em uma ação de naming rights.
Perguntas frequentes
Quantos clubes disputam o Brasileirão Feminino Série A1?
A Série A1 é disputada por 18 clubes e tem promoção e rebaixamento em relação à Série A2.
Quem é o atual campeão do Brasileirão Feminino?
O São Paulo é o campeão de 2026, ano em que conquistou seu primeiro título nacional.
Qual clube tem mais títulos do Brasileirão Feminino?
O Corinthians, com sete títulos: 2018, 2020, 2021, 2022, 2023, 2024 e 2025.
Quem disputa a Libertadores Feminina pelo Brasil?
Os dois finalistas do Campeonato Brasileiro se classificam para a CONMEBOL Libertadores Feminina. A distribuição de vagas considera a posição do Brasil no ranking histórico da CONMEBOL.
Quando o futebol feminino voltou a ser permitido no Brasil?
A proibição foi derrubada em 1979, após ter sido estabelecida por decreto-lei em 14 de abril de 1941.
Informações conferidas em 7 de novembro de 2026.
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